Mostrar mensagens com a etiqueta Oportunidades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Oportunidades. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de abril de 2014

Autoeuropa passara de 3.600 a 4.100 colaboradores

O Grupo Volkswagen pretende fabricar 180 mil viaturas por ano em Palmela e obter um volume de vendas de €3,2 mil milhões em 2019. Além da criação de postos de trabalho prevê reintegrar os expatriados.

A Autoeuropa vai duplicar de dimensão nos próximos cinco anos, elevando o volume de vendas dos atuais €1,6 mil milhões até aos €3,2 mil milhões em 2019, enquanto o número de colaboradores deverá aumentar de 3600 para cerca de 4100.

Estas são as perspetivas em aberto para a fábrica de Palmela do Grupo Volkswagen, resultantes do investimento de €670 milhões que os alemães se propõem concretizar na unidade industrial no prazo de cinco anos, altura em que estará a fabricar cerca de 180 mil viaturas anuais.

-- Jornal Expresso

sábado, 12 de janeiro de 2013

Vai abrir uma nova Danceteria em Setúbal!

Apesar da crise em que Portugal atravessa, ainda existe casa de comercio a abrir, e neste caso temos sorte, porque é na nossa querida terra Setúbal. Vindo a preencher um espaço de lazer e prometendo muito divertimento na nossa cidade, onde nada existia com a qualidade oferecida pela Danceteria Casino Setubalense.

Quem não se lembra do Antigo Cinema Casino Setubalense? A onde nos víamos o Tarzan, o Trinita e até aqueles filmes de "Artes Nupciais"... pois, pois... A triste notícia é que esses filmes, já não vão passar por lá... mas a boa nova é que o Ecrã de Cinema, vai voltar a ganhar vida, durante os espectáculos e para assistir ao nosso grande Vitória de Setúbal e os Outros... pois claro!

O Settubal.blogspot.com, da 5 estrelas a esta nova iniciativa e lá estaremos para dar apoio a estes Setubalenses.

Viva Setúbal, viva estas iniciativas e Viva a Danceteria Setubalense.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Decathlon inaugura centro logístico em Setúbal

O maior investimento desenvolvido pela Decathlon, em Portugal, foi anteontem apresentado à comunicação social, através de uma visita às instalações, seguida de uma conferência de imprensa onde foram revelados alguns pormenores deste novo espaço que vai abastecer todas as lojas em Portugal Continental e nos Açores. Oficialmente, o espaço foi ontem inaugurado com a presença da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, e do Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional.

Ocupando uma área de 30 mil metros quadrados, o novo Centro de Aprovisionamento Logístico Nacional da Decathlon Portugal, situado em Algeruz, Setúbal, foi anteontem apresentado à comunicação social no decorrer de uma visita feita ás instalações que contou com a presença da presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, Arlete Santos, directora daquele espaço, Berta Faria, responsável pela expansão e José Neves, porta-voz da empresa.

Constituindo, estas instalações, o investimento mais elevado feito pela empresa no nosso país, o mesmo representa um investimento de 30 milhões de euros, ocupa uma superfície de cerca de 30 mil metros quadrados, possibilitando a utilização de cerca de 30 cais de carga e descarga. No início da exploração possibilitou a criação de 200 postos de trabalho, directos, sendo que com a fase de consolidação da actividade o número de colaboradores irá duplicar, estimando-se ainda a criação de várias centenas de postos de trabalho indirectos. As novas instalações apresentam ainda uma novidade com a entrada em funcionamento da Oficina País, um espaço direccionado a todos os clientes, a nível nacional, na reparação de bicicletas, máquinas e equipamentos desportivos.

No decorrer da conferência de imprensa a presidente da Câmara Municipal de Setúbal mostrou-se orgulhosa e satisfeita pela entrada em funcionamento destas novas instalações, “tendo em conta o clima de austeridade, de crise, em que todos nós estamos profundamente mergulhados”. Maria das Dores Meira salientou que em Setúbal estar a acontecer um investimento desta grandeza “é motivo de grande satisfação, porque promove também a cidade”. A autarca sublinhou que um investimento desta natureza “promove, acima de tudo, riqueza e cria postos de trabalho” mas que a sua implementação neste concelho “foi um caminho muito longo… três anos e meio de burocracia para se criar riqueza e postos de trabalho, para fazer andar o país e fazer desenvolvimento económico é muito tempo e só foi levado a bom cabo graças à persistência destes investidores, a quem agradecemos a paciência de quererem investir neste concelho, nesta região”. A autarca manifestou ainda esperança que a abertura da nova loja potencie ainda mais a prática do desporto em Setúbal e que sirva de apoio às 227 instituições desportivas existentes no concelho.

O porta-voz da empresa, José Neves, explicou que para além do apoio da autarquia na implementação do projecto, a Decathlon Portugal encontrou aqui “todas as condições para o novo Centro de Aprovisionamento Logístico Nacional, sendo que a escolha de Setúbal surgiu “depois de um grande trabalho para perceber qual o melhor local. Este é o ideal, como se pode constatar, pela dimensão do projecto, do terreno que necessitávamos, mas também pelos excelentes acessos rodoviários, ferroviários e marítimos que possibilitam abastecer todas as lojas”. Quanto a um espaço aberto ao público, José Neves garantiu que o mesmo irá acontecer no primeiro semestre do próximo ano.

Por seu lado, Arlete Santos, directora daquele espaço, explicou que a empresa está “mais perto dos clientes, com maior disponibilidade dos produtos e com mais encomendas” que saem diariamente daquelas instalações em 15 camiões, enquanto que Berta Faria, responsável pela expansão Sul da Decathlon, deixou a garantia que a empresa continua a apostar em alargar o número de lojas em Portugal, referindo que “estamos a estudar várias possibilidades para a abertura de mais espaços comerciais”.

Fonte: O Setubalense

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Autoeuropa luta por modelo que pode ser anunciado até março

A Autoeuropa vai investir cerca de 110 milhões de euros na unidade fabril de Palmela, até ao final do próximo ano, com o objetivo de convencer o grupo alemão Volkswagen a atribuir a produção de um novo automóvel às linhas de produção. Carmo Jardim, porta voz da empresa, afirma que “se a decisão da casa mãe for positiva o futuro da fábrica está assegurado até 2015”, data em que será iniciada a produção de um novo modelo. A administração prevê que este ano se registe uma quebra de 20 por cento nos níveis de produção mas garante que todos os 3600 postos de trabalho existentes serão mantidos.

Carmo Jardim destaca que a administração “está confiante que a decisão final seja positiva”. O anúncio da escolha da Volskwagen para introduzir um novo modelo nas fábricas do grupo alemão está previsto para o primeiro trimestre do próximo ano com várias hipóteses de modelos ainda não anunciadas. A Autoeuropa defende que “a sua existência não está em perigo” e acredita que não vai deixar de ter futuro mesmo se não receber o novo modelo.

A administração da fábrica de Palmela garante que existe um excesso de pessoal nos trabalhos diretos nas instalações, porém “não vão haver despedimentos”. Ao longo deste ano a administração tomou várias medidas, que se encontram ainda em estudo, para assegurar a produtividade e os postos de trabalho existentes, que incluem a paralisação da produção por um mês, a produção adicional de peças e ferramentas, a aposta na formação dos funcionários e o destacamento temporário de colaboradores para outras fábricas do grupo.

O investimento na fábrica de Palmela é iniciado este ano com 49 milhões de euros e concluído em 2013 com os restantes 60 milhões, tendo a administração sublinhado que“mesmo sem um novo produto, nunca se parou de investir”. Neste momento, as instalações de Palmela encontram-se responsáveis pela construção de quatro automóveis que registaram uma quebra de 11,8 por cento nos primeiro nove meses de 2012, face a igual período do ano transato.

Fonte: Setúbal na Rede

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Indústria, comércio e serviços de Setúbal ganham novo dinamismo

A recém inaugurada Avenida José Saramago, que vai servir diretamente o pólo comercial de Monte Belo e o pólo de serviços, logística e indústria ligeira de Poçoilos, na zona nascente de Setúbal, surge para incrementar as condições necessárias para a instalação de empresas no concelho, com o objetivo de dinamizar o local e criar postos de trabalho. Maria das Dores Meira, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, explica que “a nova entrada em Setúbal potencia o desenvolvimento que a autarquia pretende implementar no território através de estratégias fortes e consistentes”.

A instalação do armazém logístico da Decatlon no local é o exemplo que a autarquia pretende ver replicado, sendo que o trabalho não pode ser feito unilateralmente, mas em conjunto com entidades responsáveis pelo território. “Esta construção apenas foi possível com o entendimento cooperação de todos os envolvidos”, realça Maria das Dores Meira, destacando a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o Instituto de Infraestruturas Rodoviárias (InIR), a Brisa, a Administração da Região Hidrográfica do Alentejo (ARH), as Águas do Sado, a ex-Autoridade Florestal Nacional, a Rede Elétrica Nacional (REN) e a EDP.

Além do novo troço representar “uma âncora que vai atrair novos investidores”, a presidente da autarquia setubalense destaca a “viabilização do estabelecimento de um contrato de urbanização, pelo qual as verbas que seriam devidas ao município em taxas urbanísticas foram canalizadas para a execução desta via” e para o qual a Decatlon contribuiu. Maria das Dores Meira explica ainda que a homenagem feita ao Nobel da Literatura José Saramago surge com a intenção de “perpetuar o seu nome” e instaurar uma forma de pensamento baseada na luta por um melhor futuro apesar de qualquer tipo de adversidades.

A Avenida José Saramago teve um custo de dois milhões de euros para os cofres autárquicos, sendo composta por quatro vias de circulação, duas em cada sentido, inclui uma ciclovia e liga, nomeadamente, as estradas de Algeruz e de Poçoilos. Esta via de circulação vai fazer a conexão ao novo prolongamento da autoestrada A12 e é primeira fase da ligação desta zona à frente ribeirinha, constituindo o troço inicial da “Via Urbana P1”.

“A nova avenida foi planeada para criar uma nova entrada na cidade, fazendo a ligação do novo prolongamento da autoestrada à frente ribeirinha, articulando e estruturando as novas áreas de desenvolvimento”, afirma Maria das Dores Meira, que acrescenta que a aposta da autarquia na cultura encontra-se diretamente relacionada com o investimento feita na via rodoviária. “É através da criação de melhores condições, melhores acessibilidade para as empresas que procuram e se instalam em Setúbal que se gera mais crescimento, mais emprego”, prossegue.

Fonte: Setúbal na Rede

ATENÇÃO: Começa hoje, e vai até dia 28 de Novembro, aproveite!

Carregue em cima da imagem e fale comigo pelo chat do Facebook

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Comércio: Crise limita aberturas em 2013 a dois shoppings em Évora e Setúbal

As lojas do ‘shopping’ Colombo conseguiram resistir à queda das vendas no sector.
Há procura para o comércio de rua, em Lisboa e Porto, e armazéns no Grande Porto, diz a Cushman.

Com o regime de austeridade imposto a Portugal, prevê-se que apenas o Évora Shopping e o Fórum Setúbal consigam abrir portas em 2013. Já o comércio de rua, em Lisboa e no Porto, e a construção de armazéns, no Grande Porto, serão áreas com maior dinamismo este ano, revelou ontem a Cushman & Wakefield, na apresentação de previsões para a Primavera de 2012.

Aos 270 mil metros quadrados (m2) de novos ‘shoppings' previstos nos próximos três anos, apenas um quinto (61,5 mil m2) irão sair do papel. O Évora Shopping terá 18 mil m2 e o projecto de Setúbal prevê 43,5 mil m2, para as suas 110 lojas, e um investimento de 120 milhões de euros. "O ‘shopping' de Évora está já em construção e o de Setúbal deverá arrancar nas próximas semanas", prevê a directora de estudos e consultoria da Cushman & Wakefield, Marta Esteves Costa.

Apesar da tendência de queda das vendas nos centros comerciais localizados nas periferias das cidades, a consultora continua a defender a construção de novos projectos nas cidades secundárias, como é o caso de Évora e de Setúbal. Um segundo projecto em Setúbal, como estava previsto, é que deixou de fazer sentido. "O Alegro, em Setúbal, não deverá ter condições para arrancar", nota Marta Esteves Costa, o mesmo acontecendo aos projectos em Beja e Braga.

Fonte: Económico

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Shoppings: Fundo britânico compra Fórum Setúbal e quer mais projectos

O Fórum Setúbal deverá estar concluído na segunda metade do próximo ano e poderá acolher 9 milhões de visitantes anuais.
A Multi fechou negócio de 400 milhões de euros com o Meyer Bergman para ‘shoppings’ na Polónia e República Checa.

O fundo de investimento britânico, Meyer Bergman, assegurou a compra do centro comercial Fórum Setúbal, que se encontra a semanas do início das obras e é projectado pelos holandeses da Multi Development Portugal (MDC) e admite reforçar presença em Portugal. "O Meyer Bergman comprou este primeiro projecto em Setúbal, mas o fundo britânico está interessado em mais empreendimentos, tanto em Portugal, como em Espanha", esclarece o director-geral da MDC, Benno van Veggel, ao Diário Económico.

Financiado por famílias, o Meyer Bergman foi criado em 2004 por Ton Meijer, o mesmo fundador do grupo holandês MAB (1970). Este fundo pauta-se por uma estratégia "muito cautelosa, apostando em projectos seguros e com preferência para investimentos em fases de contra-ciclo das economias", sublinha Benno van Veggel. Há dois meses, o Meyer Bergman e a Multi Development assinaram investimentos de 400 milhões de euros para novos centros comerciais na Polónia e República Checa.

Em Setúbal, a operação envolve a participação do fundo britânico desde o início da construção do ‘shopping', prevista para este primeiro trimestre do ano. "O Meyer Bergman vai financiar a construção, suportando o valor da garantia bancária de 55 milhões de euros, exigida ao proprietário dos terrenos, a Pluripar", conta ainda Benno van Veggel.

Infra-estruturas de 12 milhões
A Pluripar ficou obrigada a desenvolver as infra-estruturas, envolvendo entre dez e 12 milhões de euros, deste complexo imobiliário, que inclui a construção do Fórum Setúbal, escritórios e um parque comercial. Com um investimento de 120 milhões de euros, o Fórum Setúbal terá uma área de construção de 60 mil metros quadrados (m2), dos quais 45 mil se destinam às 110 lojas, 22 restaurantes e salas de cinema e o restante para zonas de estacionamento.

Da área comercial, cerca de 80% já se encontra arrendada a marcas-âncora, como o Continente, Fnac, Primark e C&A. Somam-se a este leque as insígnias Worten, SportZone, Zippy e Modalfa, Zara e Massimo Dutti. Os cinemas serão da Zon. Os contratos com estas marcas traduzem-se numa garantia para o investidor, cuja operação terá uma taxa de rentabilidade de 8,25%. "É um ‘yield' mau, mas é o que se consegue nesta altura da vida económica do país", conclui Benno van Veggel. O projecto terá uma área de influência de 130 mil pessoas e é expectativa da Multi que receba entre 8,5 e 9 milhões de visitas anuais.

Meyer Bergman
O fundo Meyer Bergman foi criado em 2004 pelo actual fundador e ‘chairman', Ton Meijer, e pelo presidente executivo, Markus Meijer, a partir da holandesa MAB. Este grupo holandês, MAB, nasceu em 1970 pela mão de Ton Meijer e, inicialmente, dedicou-se apenas ao retalho comercial e, mais tarde, passou também a desenvolver projectos imobiliários no sector do retalho. Em 2004, a MAB empregava 170 funcionários e tinha realizado investimentos de 7,5 mil milhões de euros, num total de 35 milhões de metros quadrados de projectos da sua autoria. Este portefólio foi vendido aos congéneres da ABN. O Meyer Bergman está interessados em diversificar os seus investimentos na Europa, privilegiando operações financeiras entre 40 e os 350 milhões de euros.

Fonte: Económico

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Construção do Fórum Setúbal deverá arrancar em Janeiro

A construção do Fórum Setúbal vai finalmente arrancar no início do próximo ano. A notícia foi avançada, à agência Lusa, pelo administrador-delegado da multinacional holandesa Multi Development que vai investir mais de cem milhões de euros no empreendimento a implementar no Vale da Rosa.

Os holandeses da Multi Development vão investir 110 milhões de euros na construção do centro comercial Fórum Setúbal, estando previsto que as obras arranquem em Janeiro, disse à Lusa o administrador-delegado.

Benno van Veggel afirmou que, apesar da queda no consumo, está convencido que haverá uma “rapidez da retoma do comércio em Portugal” e que por isso, já em Janeiro, arrancarão “as primeiras obras do Fórum Setúbal, o grande centro comercial integrado num plano urbanístico residencial e de escritórios que irá polarizar toda a área de influência da capital de distrito”.

O administrador-delegado da Multi Development reconhece que 2012 será um ano difícil, “mas a nossa avaliação diz-nos que o país, a partir daí, voltará a crescer e será mais forte”.

Os investidores já garantiram a pré-comercialização de aproximadamente 65% dos 44 mil m² de área bruta locável (ABL) que o integram, contou Benno Van Veggel.

A cerca de dois anos da sua abertura, Continente, Fnac, Primark, Zara, Worten e Modalfa são as âncoras que já confirmaram a presença neste espaço comercial, e às quais também já se juntaram marcas como a Bershka, Stradivarius, Pull & Bear, Oysho, Massimo Dutti e Springfield. Além destas, “está já em fase muito avançada a negociação para a instalação da Blanco, Sportzone, C&A e dos operadores do cinema”, contou o director comercial, Paulo Sarmento.

A área comercial, com 44 mil metros quadrados, vai oferecer um total de 110 lojas (distribuídas por dois pisos), um hipermercado Continente, seis salas de cinema e 22 restaurantes.

O empreendimento, a construir no Vale da Rosa, junto à EN10, vai fomentar a criação de dois mil postos de trabalho, dos quais 1300 directos e 700 indirectos.

Com uma arquitectura contemporânea e uma imagem forte, o principal elemento arquitectónico do projecto está na cobertura, de grande dimensão, em vidro e madeira que compõe a entrada principal e que faz a ligação entre os espaços exteriores e interiores, conduzindo os visitantes à praça de restauração. Nesta área, as zonas de convívio estão localizadas em “ilhas”.

O projecto paisagístico do Fórum Setúbal integra um anfiteatro a céu aberto com um elemento de água (fonte). Esta praça tem como objectivo funcionar com uma ligação urbana entre o centro comercial e a área residencial adjacente, torneando-se num espaço de eleição para eventos e actividades, assim como um ponto de encontro da população.

Fonte: O Setubalense



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal GAL Dinamarquês estuda desenvolvimento de produtos alimentares e turismo

Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal<br>
GAL Dinamarquês estuda desenvolvimento de produtos alimentares e turismo<br>
A ADREPES vai receber, de 7 a 11 de Outubro, um GAL Dinamarquês da região de Jammerbugt e Vesthimmmerland que pretende visitar projectos desenvolvidos nos territórios rurais da Península de Setúbal, ligados aos sectores do turismo e produtos alimentares. 

A comitiva visitante é composta por membros do GAL, politicos locais e agricultores.

A ADREPES vai receber, de 7 a 11 de Outubro, um GAL Dinamarquês da região de Jammerbugt e Vesthimmmerland que pretende visitar projectos desenvolvidos nos territórios rurais da Península de Setúbal, ligados aos sectores do turismo e produtos alimentares. 
A comitiva visitante é composta por membros do GAL, politicos locais e agricultores. Para este efeito foi elaborado um programa que inclui a visita a alguns projectos de sucesso apoiados no âmbito do PRODER bem como a pontos de interesse patrimonial da região.

Visita Ao Território da ADREPES 

7 a 11 de Outubro de 2011

. GAL Dinamarquês do distrito rural de Jammerbugt e Vesthimmerland
A visita tem como objectivo o estudo do trabalho em áreas rurais no âmbito do apoio ao desenvolvimento de produtos alimentares e turismo.

Programa

Dia 7, Sexta-feira

18:00 – Apresentação do GAL e do seu Território / Hotel Sana
20:00 – Jantar no Hotel Sana

Dia 8, Sábado

10:30 – Espaço Fortuna
Apresentação do projecto Prove;
Visita à oficina de cerâmica.

13:00 – Almoço em Palmela

14:30 – Castelo de Palmela

15:30 – Casa Mãe da Rota de Vinhos

18:00 – Casa da Baia

20:00 – Jantar no restaurante Champanheria

Dia 9, Domingo

10:30 – Projecto apoiado no âmbito do Proder Queijaria do Sabino / Azóia

12:00 – Cabo Espichel

13:00 – Almoço em Sesimbra

14:30 – Projecto apoiado no âmbito do Proder Quinta do Miguel / Meco

16:30 – Projecto apoiado no âmbito do Proder Moagem Sampaio

Fonte: Rostos.PT

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mercado 2 de Abril em Setúbal, atribui espaços

Setúbal<br>
Mercado 2 de Abril atribui espaços
A Câmara Municipal de Setúbal aprovou ontem (dia 21), em reunião pública, a realização de uma hasta pública para atribuição do direito de ocupação de sete espaços disponíveis no Mercado 2 de Abril.

O procedimento destina-se à cedência de duas bancas, uma para congelados, marisco ou hortofrutícolas e a outra para peixe, e de cinco lojas para utilizações possíveis variadas.

Os montantes mensais variam entre 37,80 e 90,56 euros, consoante a área, e os valores-base de licitação, correspondentes a 24 mensalidades, oscilam entre os 907,20 e os 2173,50 euros.

Na hasta pública a adjudicação é feita individualmente para cada banca e loja disponíveis em licitações com lances não inferiores a 20 euros.

Hasta pública vende cortiça

A Autarquia aprovou também em reunião pública a realização de uma hasta pública para venda de cortiça extraída de mais de mil sobreiros situados em terrenos municipais.

A cortiça, com um peso seco final estimado em 1224 arrobas, o equivalente a mais de 18 toneladas, será vendida num lote único com um preço-base de licitação de 17.830 euros.

Os intervenientes na hasta pública farão lances sobre aquele valor não inferiores a 50 euros, sendo a adjudicação efetuada a quem oferecer o preço mais elevado.

Fonte: Rostos.PT

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Florestas podem criar milhares de empregos", diz o CEO da Portucel

Tem capital para investir, pode criar milhares de postos de trabalho e dinamizar as exportações nacionais. Mas não tem condições para isso. Quem o diz é o presidente-executivo do grupo Portucel Soporcel, José Honório.

A maior papeleira portuguesa, responsável por 3% das exportações nacionais, precisa de mais matéria-prima, eucaliptos, mas não consegue avançar com os investimentos de que necessita. De acordo com o CEO, a Portucel regista actualmente um défice de 200 milhões de euros na importação de eucaliptos.

«Claro que gostaríamos de investir em Portugal. Temos vários projectos para o aumento de capacidade na gaveta, porque não temos matéria-prima», disse, quando questionado pelo SOL, durante uma conferência de imprensa, esta semana, em Lisboa. «Temos aqui um sector que podia criar milhares de postos de trabalho».

Segundo o responsável da empresa detida pela Semapa, de Pedro Queiroz Pereira, Portugal tem cerca de dois milhões de hectares de terra cultivável abandonados, devido à excessiva repartição do território.

Alterar a legislação e incentivar os proprietários a juntarem-se para rentabilizar estas terras são duas soluções sugeridas pela Portucel, que «não custam dinheiro e dariam emprego».

Além da criação de emprego, os investimentos da Portucel poderiam ajudar o país a equilibrar a sua balança comercial. A fileira florestal representou, no primeiro semestre, 9,9% das exportações nacionais, cerca de dois mil milhões de euros, segundo dados no INE. Apenas os sectores da maquinaria e automóvel estão à frente do sector da madeira.

«No entanto, 70% do valor das nossas exportações ficam em Portugal, enquanto no sector automóvel apenas 30% fica aqui», disse o CEO da Portucel. O economista João Ferreira do Amaral apoiou esta posição, dizendo que «precisamos de exportar, mas com alto valor acrescentado».

Enquanto as condições não aparecem em Portugal, o grupo irá continuar com o investimento de cerca de 2,3 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) em Moçambique, onde irá gerir perto de 173 mil hectares de floresta, «mas temos a expectativa de chegar aos 220 mil», disse o administrador Manuel Regalado.

A fase de testes durará até 2013-2014 e a partir daí iniciam-se os investimentos pesados: floresta e fábricas.

Fonte: Sol

sábado, 17 de setembro de 2011

Automóvel Autoeuropa prolonga contratos e passa alguns trabalhadores a efectivos

A Comissão de Trabalhadores e a administração conseguiram chegar a acordo em relação aos contratos de trabalho que estavam a terminar.

De acordo com o comunicado a que o Económico teve acesso serão renovados "cerca de 250 contratos de trabalho a terminar até final do ano", sendo que mais 19 trabalhadores passam a efectivos.

Além disso, vão "passar para os quadros da empresa os trabalhadores temporários que fazem um ano na área de ‘ETTs' este ano e que no momento são 15 trabalhadores."

No entanto, a comissão informa que alguns trabalhadores da área de ‘ETTs' com contratos inferiores a 6 meses estão a ser informados de que irão para o desemprego no final deste mês de Setembro. A comissão diz "estranhar esta situação, pois as dificuldades em dar dias de compensação a que os trabalhadores têm direito por acumulação de horas extras, são mais que muitas."

Falta de peças leva a cancelar Sábados

No mesmo documento, a comissão de trabalhadores da Autoeuropa adianta que alguns Sábados que estavam marcados, serão cancelados.

"O motivo do cancelamento é uma vez mais falta de peças sendo neste caso dado prioridade ao trabalho durante a semana", refere a comissão. Por enquanto, continuam marcados os Sábados de 15 e 22 de Outubro.

Fonte: Económista

sábado, 10 de setembro de 2011

Agricultura: Banco de terras vai "nascer" em Montemor-o-Novo para "pôr as pessoas a produzir"

A criação de um banco de terras em Montemor-o-Novo (Évora), para dar uso a terrenos não cultivados, é o objetivo de um projeto que está a “nascer” naquele concelho alentejano, vencedor de um concurso de ideias municipal.

“É uma ideia bastante simples e que imita apenas o que se fez durante muito tempo. As pessoas que têm terra e não a querem cultivar cedem-na a outras que não a têm, mas que a querem cultivar”, disse à agência Lusa Ana Fonseca, promotora do projeto.

A iniciativa venceu o concurso “Boa Ideia para a Sustentabilidade”, lançado aos cidadãos por parte da Agenda 21 Local e da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

“Surgiram 15 ideias, mas esta foi a vencedora porque apela à produção agrícola, que consideramos ser a questão fundamental do país, cujo futuro não passa tanto pelas questões financeiras”, frisou à Lusa Carlos Pinto de Sá, presidente do município.

O projeto, galardoado com cinco mil euros, é subscrito por Ana Fonseca, mas envolve a Rede de Cidadania, associação de cidadãos daquele concelho em prol do desenvolvimento sustentável, de cujo grupo coordenador a promotora faz parte.

“O papel da Rede de Cidadania é o de facilitador desta ideia, como elo de ligação entre quem tem terra e quem a quer trabalhar, e o de promover cursos de formação e tratar de aspetos burocráticos”, disse Ana Fonseca.

Com vista à concretização da iniciativa, já foi assinada uma parceria com a autarquia, para definir as atividades, a divulgação e as ações de formação do projeto, que vai estar acessível no portal da câmara municipal.

No início, o banco de terras vai “nascer” em duas freguesias urbanas do concelho - Nossa Senhora da Vila e Nossa Senhora do Bispo –, mas o objetivo é alargá-lo a todo o concelho, quando houver “um maior número de interessados”.

“Há aqui muitas pessoas que vieram de Lisboa em busca do mundo rural. Têm casa na cidade, gostavam de cultivar qualquer coisa, mas não têm terra e estão interessados e também temos pessoas que querem disponibilizar terreno”, afiançou Ana Fonseca.

Ao mesmo tempo, os promotores querem pôr em contacto “os velhotes que sempre cultivaram e sabem imenso da terra, mas que já não têm força para produzir, com voluntários interessados em aprender e que os podem ajudar nas hortas”.

O “arranque” do projeto, a desenvolver ao longo de dois anos, acontece a partir de agora, com a nova estação agrícola.

Ana Fonseca acredita que vai vingar, até devido ao “atual momento que Portugal vive, com uma produção de alimentos cada vez menor”.

“Temos cada vez menos autonomia alimentar, o que é gravíssimo. Queremos mostrar que é possível criar um banco de terras, em que as pessoas podem fazer horta, ter um rebanho ou fazer um pomar. O importante é pôr as pessoas a produzir”, acentuou. 

Fonte: @Lusa