Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeo. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 24 de setembro de 2013
domingo, 17 de março de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
domingo, 18 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Faleceu Jaime Graça, antigo jogador do Vitória de Setúbal
O antigo médio, que também passou pelo Vitória de Setúbal, onde terminou a carreira. Estreou-se pelo Benfica, a 16 de Agosto de 1966, num jogo frente ao Tottenham HFC, para o Torneio Costa do Sol, em Málaga.
Sem dificuldades em impor-se nos encarnados então orientados por Fernando Riera, que reconstruiu no Benfica o sexteto mais ofensivo da Selecção Nacional: Jaime Graça e Coluna, a médios; José Augusto, Eusébio, José Torres e Simões, como avançados.
Fonte: A Bola
Nasceu em Setúbal e teve um início de vida difícil, começando a trabalhar aos dez anos, muito longe ainda de se tornar num dos pilares do mágico Benfica dos anos 60 e 70, ao lado de Eusébio, Coluna, Simões, José Augusto... No dia em que o mundo se despede de Jaime Graça, recorde a vida de um dos magriços.
Origens humildes
Nascido em Setúbal no seio de uma família modesta, irmão do médio sadino Emídio Graça, desde cedo o jovem Jaime Graça teve de se fazer à vida, trabalhando como aprendiz de eletricista aos dez anos, mal terminou a instrução primária. Esse conhecimento havia de lhe ser útil para salvar a vida a Eusébio e companhia, uns anos mais tarde.
Reguila, apaixonado pelo futebol e bom de bola, passou a sua infância e adolescência jogando em diversos pequenos clubes da cidade do Sado como o Estrela do Sado, o Beira-Mar de Setúbal, o Independente Setubalense ou Nacional Sadino. Aos 16 anos tenta a sorte no Vitória, mas vê os seus intentos frustrados e acaba por rumar ao Palmelense, onde joga uma época e se sagra campeão distrital.
Os anos a verde e branco
No ano seguinte o Vitória chama por ele e Jaime Graça não hesita, passando a vestir de verde e branco. Entre 1959/60 e 1961/62 o clube joga na II Divisão, enquanto Jaime Graça brilha ao lado do irmão.
Em 1962 chega a primeira época dourada da sua carreira, ao ajudar o Vitória a voltar à I Divisão e a chegar à final da Taça de Portugal (derrota com o Benfica por 0x3).
Três anos depois surge a sua primeira internacionalização e uma nova final da Taça contra o Benfica. Desta feita, a vitória acabou por sorrir aos sadinos, com um claro 3x1 sobre o mesmo Benfica, com uma exibição de mão cheia, na qual marca um golo e «mete Coluna num bolso».
1966: um ano para lembrar
1966 foi um ano para lembrar. Primeiro a presença na final da Taça contra o SC Braga, a terceira da carreira (derrota por 0x1), depois a convocatória para o Mundial de Inglaterra, no qual foi um dos magriços em destaque na conquista do terceiro lugar e, por último, a mudança para a Luz durante o defeso, dando finalmente o salto merecido para um grande.
De encarnado
No Benfica, o maestro de Setúbal deu lugar ao operário da Luz, tornando-se num dos pilares do mágico Benfica ao lado de Eusébio, Coluna, Simões, José Augusto...
De vermelho ao peito conquistou sete campeonatos, quatro taças e chegou a uma final da Taça dos Campeões, na qual marcou um golo na trágica derrota após prolongamento em Wembley com o Manchester United (1x4).
Salvou a vida de Eusébio e dos seus colegas quando após um jogo com a Sanjoanense, no dia seguinte, 5 de dezembro de 1966, alguns jogadores do Benfica foram experimentar o novo tanque de hidromassagens. Um curto-circuito eletrocutou o infortunado Luciano, deixou Malta da Silva em coma e quase vitimou Eusébio.
Jaime Graça teve o sangue frio de sair do tanque e desligar o quadro elétrico, valendo-se da sua mais-valia como eletricista.
Foi treinado por alguns dos melhores, Jimmy Hagan e Pedroto, alcançando grandes vitórias. Respeitado pelos adversários, Jaime Graça voltou a Setúbal para descansar das exigências muito altas no Benfica, colocando um ponto final na sua carreira na época 1976/77, com o emblema sadino ao peito.
Fonte: A Bola
Jaime Graça
Nasceu em Setúbal e teve um início de vida difícil, começando a trabalhar aos dez anos, muito longe ainda de se tornar num dos pilares do mágico Benfica dos anos 60 e 70, ao lado de Eusébio, Coluna, Simões, José Augusto... No dia em que o mundo se despede de Jaime Graça, recorde a vida de um dos magriços.
Origens humildes
Nascido em Setúbal no seio de uma família modesta, irmão do médio sadino Emídio Graça, desde cedo o jovem Jaime Graça teve de se fazer à vida, trabalhando como aprendiz de eletricista aos dez anos, mal terminou a instrução primária. Esse conhecimento havia de lhe ser útil para salvar a vida a Eusébio e companhia, uns anos mais tarde.
Reguila, apaixonado pelo futebol e bom de bola, passou a sua infância e adolescência jogando em diversos pequenos clubes da cidade do Sado como o Estrela do Sado, o Beira-Mar de Setúbal, o Independente Setubalense ou Nacional Sadino. Aos 16 anos tenta a sorte no Vitória, mas vê os seus intentos frustrados e acaba por rumar ao Palmelense, onde joga uma época e se sagra campeão distrital.
Os anos a verde e branco
No ano seguinte o Vitória chama por ele e Jaime Graça não hesita, passando a vestir de verde e branco. Entre 1959/60 e 1961/62 o clube joga na II Divisão, enquanto Jaime Graça brilha ao lado do irmão.
Em 1962 chega a primeira época dourada da sua carreira, ao ajudar o Vitória a voltar à I Divisão e a chegar à final da Taça de Portugal (derrota com o Benfica por 0x3).
Três anos depois surge a sua primeira internacionalização e uma nova final da Taça contra o Benfica. Desta feita, a vitória acabou por sorrir aos sadinos, com um claro 3x1 sobre o mesmo Benfica, com uma exibição de mão cheia, na qual marca um golo e «mete Coluna num bolso».
1966: um ano para lembrar
1966 foi um ano para lembrar. Primeiro a presença na final da Taça contra o SC Braga, a terceira da carreira (derrota por 0x1), depois a convocatória para o Mundial de Inglaterra, no qual foi um dos magriços em destaque na conquista do terceiro lugar e, por último, a mudança para a Luz durante o defeso, dando finalmente o salto merecido para um grande.
De encarnado
No Benfica, o maestro de Setúbal deu lugar ao operário da Luz, tornando-se num dos pilares do mágico Benfica ao lado de Eusébio, Coluna, Simões, José Augusto...
De vermelho ao peito conquistou sete campeonatos, quatro taças e chegou a uma final da Taça dos Campeões, na qual marcou um golo na trágica derrota após prolongamento em Wembley com o Manchester United (1x4).
Salvou a vida de Eusébio e dos seus colegas quando após um jogo com a Sanjoanense, no dia seguinte, 5 de dezembro de 1966, alguns jogadores do Benfica foram experimentar o novo tanque de hidromassagens. Um curto-circuito eletrocutou o infortunado Luciano, deixou Malta da Silva em coma e quase vitimou Eusébio.
Jaime Graça teve o sangue frio de sair do tanque e desligar o quadro elétrico, valendo-se da sua mais-valia como eletricista.
Foi treinado por alguns dos melhores, Jimmy Hagan e Pedroto, alcançando grandes vitórias. Respeitado pelos adversários, Jaime Graça voltou a Setúbal para descansar das exigências muito altas no Benfica, colocando um ponto final na sua carreira na época 1976/77, com o emblema sadino ao peito.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Carlos Alves, Actor: Moscatel de Setúbal, um dos melhores do mundo
O ator Carlos Alves recorre às suas raízes para destacar um produto português: o mosc atel de Setúbal. E justifica: "Primeiro, porque é da minha terra; depois, porque foi o moscatel que me acompanhou nas minhas primeiras impressões noturnas."
Por isso, continua o ator do filme O Que Há de Novo no Amor, que esta semana se estreia nas salas de cinema, "aquele gosto é qualquer coisa que me traz muitas lembranças". A reforçar a sua escolha, Carlos Alves lembra que "o moscatel de Setúbal foi considerado há pouco tempo um dos melhores moscatéis do mundo", referindo-se ao Moscatel de Setúbal Reserva 2006 da Venâncio Costa Lima, que em julho de 2011 foi considerado o Melhor Vinho do Concurso Muscats du Monde, realizado em Montpellier, França.
Fonte: DN.PT
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Construção do Fórum Setúbal deverá arrancar em Janeiro
A construção do Fórum Setúbal vai finalmente arrancar no início do próximo ano. A notícia foi avançada, à agência Lusa, pelo administrador-delegado da multinacional holandesa Multi Development que vai investir mais de cem milhões de euros no empreendimento a implementar no Vale da Rosa.
Os holandeses da Multi Development vão investir 110 milhões de euros na construção do centro comercial Fórum Setúbal, estando previsto que as obras arranquem em Janeiro, disse à Lusa o administrador-delegado.
Benno van Veggel afirmou que, apesar da queda no consumo, está convencido que haverá uma “rapidez da retoma do comércio em Portugal” e que por isso, já em Janeiro, arrancarão “as primeiras obras do Fórum Setúbal, o grande centro comercial integrado num plano urbanístico residencial e de escritórios que irá polarizar toda a área de influência da capital de distrito”.
O administrador-delegado da Multi Development reconhece que 2012 será um ano difícil, “mas a nossa avaliação diz-nos que o país, a partir daí, voltará a crescer e será mais forte”.
Os investidores já garantiram a pré-comercialização de aproximadamente 65% dos 44 mil m² de área bruta locável (ABL) que o integram, contou Benno Van Veggel.
A cerca de dois anos da sua abertura, Continente, Fnac, Primark, Zara, Worten e Modalfa são as âncoras que já confirmaram a presença neste espaço comercial, e às quais também já se juntaram marcas como a Bershka, Stradivarius, Pull & Bear, Oysho, Massimo Dutti e Springfield. Além destas, “está já em fase muito avançada a negociação para a instalação da Blanco, Sportzone, C&A e dos operadores do cinema”, contou o director comercial, Paulo Sarmento.
A área comercial, com 44 mil metros quadrados, vai oferecer um total de 110 lojas (distribuídas por dois pisos), um hipermercado Continente, seis salas de cinema e 22 restaurantes.
O empreendimento, a construir no Vale da Rosa, junto à EN10, vai fomentar a criação de dois mil postos de trabalho, dos quais 1300 directos e 700 indirectos.
Com uma arquitectura contemporânea e uma imagem forte, o principal elemento arquitectónico do projecto está na cobertura, de grande dimensão, em vidro e madeira que compõe a entrada principal e que faz a ligação entre os espaços exteriores e interiores, conduzindo os visitantes à praça de restauração. Nesta área, as zonas de convívio estão localizadas em “ilhas”.
O projecto paisagístico do Fórum Setúbal integra um anfiteatro a céu aberto com um elemento de água (fonte). Esta praça tem como objectivo funcionar com uma ligação urbana entre o centro comercial e a área residencial adjacente, torneando-se num espaço de eleição para eventos e actividades, assim como um ponto de encontro da população.
Fonte: O Setubalense
Fonte: O Setubalense
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
O Retrato "José Mourinho", nas galerias Jumbo
Obra de Mariana Ricardo com música do Maestro Rui Serôdio
domingo, 6 de novembro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Vitória de Setúbal vence Rio Ave por 2-1
O Vitória de Setúbal ontem o “lanterna vermelha” Rio Ave por 2-1, no encontro inaugural da sétima jornada da Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio do Bonfim, em Setúbal.João Silva, aos 23 minutos, e Hugo Leal, aos 81, apontaram os tentos da equipa da casa, que ascendeu provisoriamente ao sétimo lugar (10 pontos), enquanto Yazalde marcou, aos 21, o golo dos forasteiros (dois).
A jornada prossegue sábado, dia em que o Benfica recebe o Paços de Ferreira, prossegue domingo, com o FC Porto no reduto da Académica, o Sporting de Braga em Leiria e o Sporting em Guimarães, e fecha segunda-feira.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)

