Mostrar mensagens com a etiqueta Obras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obras. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Decathlon inaugura centro logístico em Setúbal

O maior investimento desenvolvido pela Decathlon, em Portugal, foi anteontem apresentado à comunicação social, através de uma visita às instalações, seguida de uma conferência de imprensa onde foram revelados alguns pormenores deste novo espaço que vai abastecer todas as lojas em Portugal Continental e nos Açores. Oficialmente, o espaço foi ontem inaugurado com a presença da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, e do Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional.

Ocupando uma área de 30 mil metros quadrados, o novo Centro de Aprovisionamento Logístico Nacional da Decathlon Portugal, situado em Algeruz, Setúbal, foi anteontem apresentado à comunicação social no decorrer de uma visita feita ás instalações que contou com a presença da presidente da autarquia, Maria das Dores Meira, Arlete Santos, directora daquele espaço, Berta Faria, responsável pela expansão e José Neves, porta-voz da empresa.

Constituindo, estas instalações, o investimento mais elevado feito pela empresa no nosso país, o mesmo representa um investimento de 30 milhões de euros, ocupa uma superfície de cerca de 30 mil metros quadrados, possibilitando a utilização de cerca de 30 cais de carga e descarga. No início da exploração possibilitou a criação de 200 postos de trabalho, directos, sendo que com a fase de consolidação da actividade o número de colaboradores irá duplicar, estimando-se ainda a criação de várias centenas de postos de trabalho indirectos. As novas instalações apresentam ainda uma novidade com a entrada em funcionamento da Oficina País, um espaço direccionado a todos os clientes, a nível nacional, na reparação de bicicletas, máquinas e equipamentos desportivos.

No decorrer da conferência de imprensa a presidente da Câmara Municipal de Setúbal mostrou-se orgulhosa e satisfeita pela entrada em funcionamento destas novas instalações, “tendo em conta o clima de austeridade, de crise, em que todos nós estamos profundamente mergulhados”. Maria das Dores Meira salientou que em Setúbal estar a acontecer um investimento desta grandeza “é motivo de grande satisfação, porque promove também a cidade”. A autarca sublinhou que um investimento desta natureza “promove, acima de tudo, riqueza e cria postos de trabalho” mas que a sua implementação neste concelho “foi um caminho muito longo… três anos e meio de burocracia para se criar riqueza e postos de trabalho, para fazer andar o país e fazer desenvolvimento económico é muito tempo e só foi levado a bom cabo graças à persistência destes investidores, a quem agradecemos a paciência de quererem investir neste concelho, nesta região”. A autarca manifestou ainda esperança que a abertura da nova loja potencie ainda mais a prática do desporto em Setúbal e que sirva de apoio às 227 instituições desportivas existentes no concelho.

O porta-voz da empresa, José Neves, explicou que para além do apoio da autarquia na implementação do projecto, a Decathlon Portugal encontrou aqui “todas as condições para o novo Centro de Aprovisionamento Logístico Nacional, sendo que a escolha de Setúbal surgiu “depois de um grande trabalho para perceber qual o melhor local. Este é o ideal, como se pode constatar, pela dimensão do projecto, do terreno que necessitávamos, mas também pelos excelentes acessos rodoviários, ferroviários e marítimos que possibilitam abastecer todas as lojas”. Quanto a um espaço aberto ao público, José Neves garantiu que o mesmo irá acontecer no primeiro semestre do próximo ano.

Por seu lado, Arlete Santos, directora daquele espaço, explicou que a empresa está “mais perto dos clientes, com maior disponibilidade dos produtos e com mais encomendas” que saem diariamente daquelas instalações em 15 camiões, enquanto que Berta Faria, responsável pela expansão Sul da Decathlon, deixou a garantia que a empresa continua a apostar em alargar o número de lojas em Portugal, referindo que “estamos a estudar várias possibilidades para a abertura de mais espaços comerciais”.

Fonte: O Setubalense

Setúbal passa a ter mais 501 lugares pagos na cidade

Mais 501 lugares de estacionamento na cidade vão passar a ser pagos, no âmbito do contrato de concessão do direito de construção e exploração de parques públicos de estacionamento, datado de 1994 e com duração até 2014. De acordo com a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, o objectivo é “cumprir o contrato de concessão que os executivos PS nunca cumpriram”. 

Só na avenida Luísa Todi, serão tarifados mais 316 lugares, passando a praça Teófilo Braga a contar com mais 16 lugares pagos e o Largo do Carmo com dez. De salientar ainda os cinco novos lugares tarifados a criar na Rua Frei Agostinho da Cruz. 

Está também prevista a construção de duas novas bolsas de estacionamento nas imediações do quartel do 11, que totalizam 154 novos lugares que também serão pagos.

Fonte: Diário da Região

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Nova rotunda das Fontainhas concluída em Fevereiro

foto
A Câmara Municipal de Setúbal já avançou com a construção de uma rotunda nas Fontainhas que fará a ligação entre as avenidas Luísa Todi e Jaime Rebelo, com o objectivo de melhorar a fluidez do tráfego automóvel na zona.

A rotunda, com duas vias de circulação, custa mais de 156 mil euros e deverá estar concluída em Fevereiro.

O objectivo desta obra é facilitar a articulação entre as vias de circulação da área, promovendo, ao mesmo tempo, uma melhor integração daquela zona na malha urbana da cidade.

A rotunda garante ainda uma redução efectiva na velocidade de circulação, principalmente para quem transita na Avenida Luísa Todi, contribuindo para o aumento da segurança rodoviária e pedonal naquela área das Fontainhas.

No âmbito desta empreitada, a autarquia sadina pretende ainda melhorar o sistema de drenagem de águas pluviais na zona com o intuito de resolver problemas existentes com retenção de águas naquela área ribeirinha. Posteriormente, proceder-se-á à repavimentação de toda a área de intervenção.

Recorde-se que para testar a funcionalidade desta rotunda, a autarquia instalou em meados de Julho uma provisória. “Confirma-se, após o período de testes, que a solução encontrada é a mais válida e a que garante o principal objectivo deste projecto, em concreto, a melhoria da fluidez do tráfego automóvel naquela zona”, frisa o vereador das Obras Municipais da Câmara Municipal de Setúbal, Carlos Rabaçal.

Durante a execução dos trabalhos de construção da nova rotunda, o trajecto de ligação entre as avenidas Jaime Rebelo e Luísa Todi está totalmente encerrado ao tráfego automóvel, medida que leva à inversão do sentido de trânsito na rua Engenheiro Ferreira da Cunha.

Como alternativa ao encerramento, os automobilistas devem utilizar, no sentido N10-4/centro de Setúbal, a avenida Jaime Rebelo, enquanto na direcção Setúbal/Mitrena os condutores devem optar pela rua Teotónio Banha e avenida Jaime Rebelo.

Fonte: O Setubalense

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Câmara de Setúbal quer biblioteca municipal no largo José Afonso

A construção de uma nova biblioteca municipal no Largo José Afonso demarca-se como um dos próximos objetivos da Câmara Municipal de Setúbal, para a qual o primeiro passo será a “abertura de um concurso de ideias”, adianta Maria das Dores Meira, presidente da autarquia. “É necessário continuar o trabalho de requalificação já iniciado no centro histórico e na zona ribeirinha, locais onde se fez um fortíssimo investimento”.

A recuperação do Convento de Jesus, “jóia arquitetónica e monumental” de Setúbal, deverá ser iniciada ainda antes do final do ano 2012, referiu ainda Maria das Dores Meira. O conjunto destas obras é o resultado visível do investimento municipal e de fundos comunitários que pretende “provocar um efeito dinamizador nas ações de investimento dos particulares”.

A possibilidade de participação da Câmara Municipal de Setúbal num fundo imobiliário direcionado para a reabilitação urbana também é avançada pela edil, que mencionou ainda que “vários proprietários do centro histórico já declararam a sua intenção de incorporar este fundo”. A autarquia pretende proporcionar aos proprietários e investidores locais incentivos fiscais, reduções nas taxas administrativas e apoio técnico.

“Cabe aos proprietários a reabilitação dos seus imóveis, tirando partido das oportunidades geradas pelo cruzamento das novas realidades jurídicas, em especial os regimes de reabilitação e arrendamento urbanos”, explica a presidente da Câmara Municipal de Setúbal. Quanto ao setor da construção, a autarca refere a esperança de “haver uma parte significativa dos recursos no próximo quadro de apoio comunitário de 2014 2020 a esta área”.

A nova lei do arrendamento, que entrou em vigor este mês foi hoje discutida numa conferência na Casa da Baía, sujeita os proprietários de imóveis a novas regras, que incluem o ajustamento das rendas e os prazos dos contratos de arrendamento. Para Gonçalo Nascimento Rodrigues, representante do portal financeiro Out of the Box, o“perfil dos compradores está a mudar”, na medida em que a venda de imóveis já não se destina tanto ao utilizador final mas sim ao investidor que têm em vista arrendar.

Fonte: Setúbal na Rede

Construção da Plataforma Logística do Poceirão poderá ser faseada

A LOGZ, sociedade responsável pelo desenvolvimento da Plataforma Logística do Poceirão, no concelho de Palmela, está a estudar alternativas para concretizar o projecto, sendo uma das hipóteses o faseamento da construção da plataforma, avança a sociedade ao DIÁRIO DA REGIÃO.

A actual conjuntura é particularmente adversa a este tipo de investimentos e torna-se muito difícil atingir os objectivos iniciais de desenvolvimento, quer por razões económicas quer, sendo condicionante, as condições de financiamento”, admite a LOGZ. 

Recorde-se que, tal como o DIÁRIO DA REGIÃO já tinha avançado, estava prevista a contracção de um empréstimo ao Banco Europeu de Investimento para financiar as obras mas, como entretanto o rating de Portugal desceu, tal não se concretizou.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Capricho Setubalense inaugura biblioteca

foto
A inauguração de uma biblioteca na sede da colectividade foi o ponto alto da sessão solene dos 145 anos de existência da Sociedade Musical Capricho Setubalense. A “Velhinha” está viva e caminha a passos largos para o centenário e meio.

A Sociedade Musical Capricho Setubalense completou, no passado dia 22, 145 anos de existência. Á sessão solene desta colectividade de referência na sociedade, marcaram presença diversas entidades e instituições setubalenses.

Antes dos discursos e do bolo da praxe, foi tocado o hino da colectividade aniversariante, em pleno Largo da Misericórdia, e içada a bandeira desta que é uma das mais antigas, logo emblemáticas, colectividades da cidade e concelho.

Para além da biblioteca cultural, na noite de quinta-feira foi igualmente inaugurada uma exposição fotográfica sobre a actividade da Capricho nos últimos anos.

Em jeito de balanço, foi informado pela direcção da “Velhinha” que a Capricho realizou, no último ano, cerca de uma centena de actividades, contabilizando espectáculos de música, teatro, dança, exposições e workshops. “Isto, não contando com as actividades regulares, caso de aulas de música e dança,” foi sublinhado.

Sobre a Escola de Música da Capricho Setubalense, foi registado pelos seus órgãos sociais, que a mesma “ganhou melhores condições de funcionamento com a sua instalação na recém-criada Casa da Cultura, tendo ampliado a sua oferta educativa, e incorpora também a escola de música moderna, escola de Jazz e 3 classes de sensibilização e educação musical para crianças.”

As actividades regulares da Capricho prendem-se com a escola e banda de música, grupo de teatro, classes de salsa, de flamengo e sevilhanas, danças tradicionais europeias e secção de damas e xadrez.

A colectividade dinamiza anualmente várias actividades. A saber: Festival de Bandas Filarmónicas (Julho), vai para a sua 4.ª edição, com a participação aproximada a dez bandas, acção que percorre as artérias da baixa da cidade e termina com concertos no parque do Bonfim.

Outra acção regular actividade (em Fevereiro), é o concurso de fado amador do distrito de Setúbal, já com três edições realizadas.

Por ocasião das Festas Bocageanas (em Setembro), acontece na sede da Capricho o Open Nacional de Damas Clássicas.

A sede da colectividade sedeada no Largo da Misericórdia acolhe, desde há sete anos consecutivos, o concurso de bandas de garagem.

“Espera-nos um novo ano cheio de trabalho”, começou por dizer, na sua intervenção na sessão solene do 145.º aniversário, o líder directivo da Capricho, confessando-se “muito entusiasmado com este projecto.”

Nuno Marques referiu que “145 anos depois, cá estamos, orgulhosos de um passado ao serviço do associativismo e da cultura na cidade e na região de Setúbal, construído por sucessivas gerações de homens e mulheres que a esta causa dedicaram o melhor das suas vidas.”

O líder directivo deixou uma garantia, quanto ao futuro desta que, mais do que uma colectividade, é uma instituição setubalense: “Esta sociedade, que amamos e que é de todos nós, continua a perdurar por exigência da cidade, dos alunos, músicos e dos agentes culturais.”

Fonte: O Setubalense

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Preocupante incidente no parque de estacionamento da loja Media Mark, muro de suporte de terras desmoronou parcialmente para a estrada

foto
Parte do muro que separa o parque de estacionamento da loja Media Markt da estrada nacional 10 desmoronou parcialmente, provocando a interdição da faixa de rodagem do lado norte daquela movimentada artéria, sendo que, provisoriamente, a circulação rodoviária realiza-se nos dois sentidos na faixa contrária.

Ainda não há previsão para a conclusão das obras de reconstrução do muro de sustentação de terras que delimita o parque de estacionamento da loja Media Mark e a estrada nacional n.º 10, artéria que liga a rotunda do Monte Belo ao Alto da Guerra / Pontes.

Na manhã do passado domingo, e após intensa chuvada, uma extensão calculada de 40 metros de comprimento deste muro cedeu para o lado da estrada, ficando com uma inclinação, sensivelmente, de 45 graus.

Ao local da invulgar e estranha ocorrência acorreram a Companhia de Bombeiros Sapadores, Polícia de Segurança Pública e divisão de trânsito da Câmara Municipal de Setúbal. Não se registaram vítimas ou danos materiais.

Contactado por «O Setubalense» o comandante dos Bombeiros Sapadores, Paulo Macedo, lembrou que a acção dos soldados da paz consistiu em “balizar a zona”, por forma a esta ficar interdita ao público.

Também a Protecção Civil Municipal marcou presença no local deste incidente, na manhã de domingo, logo que foi informada deste ligeiro, mas preocupante, desmoronamento do muro. Diga-se, aliás, que no local não se visualiza ferragem, apenas betão neste muro de sustentação de terras.

José Luís Bucho, o responsável pela Protecção Civil Municipal, acrescentou ao nosso jornal ter sido transmitida de imediato informação à EDP no sentido de proceder à desactivação da energia eléctrica que abastece os postes de iluminação pública naquela zona do estacionamento automóvel, que, tal como os postes de publicidade daquela superfície comercial, ficaram parcialmente tombados para a estrada nacional.

“A reparação deste problema, como é evidente, compete à empresa responsável por aquelas instalações comerciais,” sublinhou José Luís Bucho, que reforçou a intervenção da Divisão de Trânsito da Câmara Municipal, bem como da PSP, no corte da circulação automóvel da faixa norte, que se localiza mais junto ao muro de sustentação de terras do dito parque de estacionamento.

Até que estejam concluídas as obras necessárias à reconstrução do muro de sustentação de terras, o trânsito automóvel, e pedestre, apresenta-se encerrado, por evidentes razões de segurança, no lado norte daquela movimentada via de circulação.

Recorde-se que esta obra tem dois anos de concluída. A empresa Bogaris é a proprietária daquela infraestrutura do parque comercial localizado em Monte Belo norte, e alugada, desde finais de Fevereiro de 2011, caminha por isso para dois anos, à Media Mark.

Apesar das nossas persistentes insistências, não se revelou possível obter uma resposta por parte da Bogaris, sobre esta situação, sendo que compete a esta empresa a reparação deste invulgar incidente que, por mera sorte, não teve outras consequências.

Fonte: O Setubalense

Jardim de Vanicelos com nova iluminação pública

foto
O projecto autárquico “Energia – Eficiência Energética de Iluminação Pública no Perímetro Urbano da Cidade de Setúbal”, investimento global de 210 mil e 519,96 euros, contempla a instalação de novos equipamentos noutros locais, embora com recurso a uma tecnologia diferente.

O Jardim de Vanicelos já dispõe de uma iluminação pública mais económica e eficaz devido à substituição de mais de oito dezenas de luminárias que permitem uma poupança energética anual de 80 por cento.

A intervenção insere-se no projecto “Energia – Eficiência Energética de Iluminação Pública no Perímetro Urbano da Cidade de Setúbal”, aprovado pelo PORLisboa – Programa Operacional Regional de Lisboa, ao abrigo do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional.

A operação consistiu na remodelação integral da iluminação pública instalada no Jardim de Vanicelos, através da substituição de 82 luminárias que funcionavam com lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão por económicos LED.

As lâmpadas de tecnologia LED, sigla inglesa para díodo emissor de luz (Light Emitting Diode), reduzem de forma assinalável o consumo de energia, pois, em vez das habituais potências de 100, 125 e 150 watts actualmente utilizadas na cidade, necessitam apenas de 26 watts em média, chegando, pontualmente, aos 60.

A medida, que permite uma poupança na factura energética paga pela autarquia sadina de mais de quatro mil euros anuais contribui, igualmente, para a melhoria do ambiente, com a diminuição das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, num valor expectável de 18 toneladas por ano.

Os trabalhos desta operação, conduzidos por técnicos municipais com o apoio de funcionários da EDP, incluíram, além da instalação das novas luminárias, cada uma dotada de 16 lâmpadas LED, acções de manutenção nos postes de iluminação com a colocação de novas bolas opalinas.

A substituição das luminárias no Jardim de Vanicelos, investimento de 34.485,27 euros da Câmara Municipal de Setúbal comparticipado em 50 por cento por fundos comunitários, materializa mais uma das acções programadas pela Autarquia no âmbito da modernização da rede de iluminação pública do Concelho.

Esta solução de luminárias com melhores índices de luz e energeticamente mais eficientes e económicas foi adoptada noutros espaços verdes de Setúbal, nomeadamente no Parque do Bonfim e no Jardim da Algodeia, local para o qual está programado a colocação de mais postes de iluminação pública.

Neste momento está em andamento a implementação de luminárias LED nas avenidas Mariano de Carvalho e Manuel de Arriaga, nas ruas Baluarte do Socorro, Joaquim Brandão e Alferes Pinto Vidigal.

Para as avenidas 22 de Dezembro, Dr. António Rodrigues Manito, Manuel Maria Portela e República da Guiné-Bissau, em vez de luminárias LED, está programada a colocação de balastros electrónicos.

Esta opção deve-se ao facto de, naquelas vias com tráfego rodoviário significativo, os postes de iluminação terem oito metros de altura, o que reduz a eficiência das lâmpadas LED, mais eficazes até cerca de cinco metros.

No total do projecto, está prevista a intervenção em 531 candeeiros públicos localizados em espaços verdes e vias do centro de Setúbal.

Fonte: O Setubalense

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Plataforma logística do Poceirão ‘vítima’ da crise

Depois de a região ter visto adiados ou suspensos pelo Governo grandes investimentos como a terceira travessia do Tejo, o TGV ou o novo aeroporto de Lisboa, também a construção da Plataforma Logística do Poceirão, no concelho de Palmela, está parada devido a problemas de financiamento do consórcio promotor e sem perspectivas de retoma para breve, gorando expectativas de desenvolvimento regional.

No local destinado à Plataforma Logística do Poceirão, um vasto terreno com cerca de 600 hectares, junto à fronteira com a freguesia do Pinhal Novo, já totalmente vedado e onde já foram iniciados trabalhos de terraplanagem, o cenário actual é de abandono, com um portão de acesso trancado e o que resta de um estaleiro de obras. De acordo com o presidente da Junta de Freguesia do Poceirão, José Silvério, as obras pararam há aproximadamente seis meses. Segundo o DIÁRIO DA REGIÃO apurou junto de fonte conhecedora do processo, o consórcio promotor do projecto (Mota Engil, Odebrecht, BES e Opway) está a deparar-se com problemas de financiamento, uma vez que estava prevista a contracção de um empréstimo ao Banco Europeu de Investimento mas, como entretanto o rating de Portugal desceu, tal não se concretizou.

No entanto, a mesma fonte garante que “os parceiros continuam interessados” e que a plataforma “continua a ser um projecto útil, muito importante para desimpedir toda a área em redor de Lisboa”.

Fonte: Diário da Região

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Cemitério da Paz com novo acesso rodoviário e pedonal

foto
O acesso ao Cemitério da Paz é criado a partir da ligação ao ramo poente de uma rotunda existente na avenida José Saramago.

Um novo acesso rodoviário e pedonal para o Cemitério da Paz, através da avenida José Saramago, recentemente inaugurada está a ser construído permitindo melhores condições de circulação e segurança para automobilistas e transeuntes.

Trata-se de um investimento da autarquia de 158.848,66 euros, com conclusão prevista para o início de Novembro, e que incide na construção de um troço rodoviário, com acesso pedonal, numa extensão de cerca de 300 metros.

O acesso é criado a partir da ligação ao ramo poente de uma rotunda existente na avenida José Saramago e que constitui a primeira fase da Via Urbana P1, projectada para servir Setúbal como uma circular interna, ao ligar o novo pólo comercial do concelho até praticamente à frente ribeirinha da cidade.

Os trabalhos incluem a construção de passeios e lancis, a execução de asfaltamento, a implementação de sinalização vertical e horizontal e a pré-instalação de iluminação, a colocar posteriormente pela EDP.

O novo acesso ao Cemitério da Paz e ao futuro Complexo Funerário de Setúbal, com melhores condições de circulação para os automobilistas e mais segurança e comodidade para os transeuntes, é uma obra complementar à construção da Via Urbana P1.

De salientar que apesar da entrada em funcionamento do novo acesso rodoviário e pedonal, a antiga ligação ao cemitério, a partir da Estrada de Algeruz, é mantida como uma via secundária e de menor utilização.

Fonte: O Setubalense

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Renovado após profundas obras, orçadas em 30 mil euros: Mercado da Lota deverá reabrir ao público ainda esta semana

foto
Um mercado “novo” está prestes a ser inaugurado, depois das obras que deverão ficar hoje concluídas. Encerrado por ordem da ASAE no passado dia 11, o mercado da Lota, explorado pela Junta de Freguesia da Anunciada, poderá ser reinaugurado depois de amanhã.

“Cumprimos com as exigências da ASAE, e até fomos mais além, de tal forma que o nosso mercado vai reabrir dentro de dias, praticamente irreconhecível, quase ao nível do mercado do Livramento.”

A garantia foi deixada a «O Setubalense» pelo presidente da Junta de Freguesia da Anunciada, a autarquia que explora aquele espaço comercial, sendo que a entidade proprietária do imóvel é a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS).

O nosso jornal visitou, ontem, a fase final das obras que parecem ter melhorado radicalmente as condições de funcionamento deste mercado, localizado na zona ribeirinha, inaugurado há 17 anos, no edifício paredes-meias com o da Docapesca, na Lota.

As pedras mármores das bancadas de venda de peixe e de produtos horto-frutícolas, bem como os azulejos que as revestem, são totalmente materiais novos. Nas bancadas de peixe, foram ainda substituídas as torneiras e os recipientes para a lavagem do pescado, por material em inox, conforme impõe a lei, aliás, uma das deficiências detectadas pela ASAE, aquando da sua vistoria ao local, há duas semanas.

De inox passam também a ser as grelhas de escoamento de águas, que servem todo o piso deste mercado, outrora em material de ferro. “Os algerozes, um antigo problema e que motivava infiltrações de água, foram agora totalmente renovados,” apontou José Manuel Carvalho, durante a visita-guiada de ontem, àquele renovado espaço comercial.

Os vidros do exterior sul do edifício foram substituídos, e a pintura interior é igualmente nova. Também a câmara frigorífica foi objecto de melhoramentos. O autarca afiança que os operadores deste mercado estão agradados com o andamento da obra. “Este é o seu local de trabalho, passam por cá, já temos conversado, e os operadores testemunham o bom andamento da obra,” relatou o autarca à nossa reportagem.

TRABALHOS: É impressionante o ritmo dos trabalhos de melhoramentos, introduzidos no mercado da Lota, em tão poucos dias (semana e meia), circunstância que, supostamente, tem apaziguado o espírito de quem faz daquele o seu local de negócio e trabalho diário (excepto aos domingos e segundas-feiras), mas também para os muitos e regulares clientes deste que é tido como o mercado “dos pobres.”

“Prometemos aos comerciantes uma intervenção rápida, e estamos a cumprir”, regozijou-se o autarca, que avançou com um custo total das obras: 30 mil euros, verba suportada pela Junta de Freguesia, com um acordo de pagamento, a 60 dias, às duas empresas que contratamos para a realização destas obras, e que trabalhavam afincadamente, durante dia e noite, de forma a cumprir o estipulado,” assegurou o autarca da Anunciada.

Esta quarta-feira, as obras deverão ficar concluídas. Amanhã, o presidente da Junta promete contactar a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica para que se proceda á necessária vistoria. “Estou convencido que a ASAE vai ficar de boca aberta ao ver esta obra, e logo dará luz verde á reabertura do mercado”, prognostica o autarca da Anunciada, que aponta para depois de amanhã, sábado no máximo, a reabertura do mercado da Lota.

ENCERRAMENTO: Recorde-se que, aquando do dia real de encerramento do mercado da Lota, no passado dia 13, o grande receio dos 55 comerciantes que ali trabalham prendeu-se com o tempo de duração que estas obras poderiam motivar. Na oportunidade, o autarca da Anunciada avançou com o prazo de uma semana de obras, previsão que, desde logo, motivou alguma desconfiança no seio dos operadores do mercado.

“O ligeiro atraso ao prazo inicial justifica-se pelo facto de termos ido ao fundo da questão, ou seja, mais do que responder às exigências da ASAE, dotámos este mercado de óptimas condições, para operadores e clientes, que, atrevo-me a dizer, estão quase ao nível do mercado do Livramento”, rematou o autarca na visita ao espaço comercial, o qual deverá reabrir no final desta semana.

Fonte: O Setubalense

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Indústria, comércio e serviços de Setúbal ganham novo dinamismo

A recém inaugurada Avenida José Saramago, que vai servir diretamente o pólo comercial de Monte Belo e o pólo de serviços, logística e indústria ligeira de Poçoilos, na zona nascente de Setúbal, surge para incrementar as condições necessárias para a instalação de empresas no concelho, com o objetivo de dinamizar o local e criar postos de trabalho. Maria das Dores Meira, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, explica que “a nova entrada em Setúbal potencia o desenvolvimento que a autarquia pretende implementar no território através de estratégias fortes e consistentes”.

A instalação do armazém logístico da Decatlon no local é o exemplo que a autarquia pretende ver replicado, sendo que o trabalho não pode ser feito unilateralmente, mas em conjunto com entidades responsáveis pelo território. “Esta construção apenas foi possível com o entendimento cooperação de todos os envolvidos”, realça Maria das Dores Meira, destacando a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o Instituto de Infraestruturas Rodoviárias (InIR), a Brisa, a Administração da Região Hidrográfica do Alentejo (ARH), as Águas do Sado, a ex-Autoridade Florestal Nacional, a Rede Elétrica Nacional (REN) e a EDP.

Além do novo troço representar “uma âncora que vai atrair novos investidores”, a presidente da autarquia setubalense destaca a “viabilização do estabelecimento de um contrato de urbanização, pelo qual as verbas que seriam devidas ao município em taxas urbanísticas foram canalizadas para a execução desta via” e para o qual a Decatlon contribuiu. Maria das Dores Meira explica ainda que a homenagem feita ao Nobel da Literatura José Saramago surge com a intenção de “perpetuar o seu nome” e instaurar uma forma de pensamento baseada na luta por um melhor futuro apesar de qualquer tipo de adversidades.

A Avenida José Saramago teve um custo de dois milhões de euros para os cofres autárquicos, sendo composta por quatro vias de circulação, duas em cada sentido, inclui uma ciclovia e liga, nomeadamente, as estradas de Algeruz e de Poçoilos. Esta via de circulação vai fazer a conexão ao novo prolongamento da autoestrada A12 e é primeira fase da ligação desta zona à frente ribeirinha, constituindo o troço inicial da “Via Urbana P1”.

“A nova avenida foi planeada para criar uma nova entrada na cidade, fazendo a ligação do novo prolongamento da autoestrada à frente ribeirinha, articulando e estruturando as novas áreas de desenvolvimento”, afirma Maria das Dores Meira, que acrescenta que a aposta da autarquia na cultura encontra-se diretamente relacionada com o investimento feita na via rodoviária. “É através da criação de melhores condições, melhores acessibilidade para as empresas que procuram e se instalam em Setúbal que se gera mais crescimento, mais emprego”, prossegue.

Fonte: Setúbal na Rede

domingo, 21 de outubro de 2012

Forum Luísa Tody: Ausência de obras de rectificação motiva encerramento temporário

foto
Decorrido pouco mais de um mês sobre a mediática reinauguração do Fórum Municipal Luísa Todi, a maior sala de espectáculos do Concelho é obrigada a encerrar para rectificação de algumas obras, que ficaram pendentes aquando da sua reabertura, a 15 de Setembro, Dia de Bocage e da Cidade.

Segundo apurou «O Setubalense» esta decisão foi ontem tomada, na sequência da visita ao local, por parte de um conjunto de técnicos, para avaliar do cumprimento, ou não, das obras de rectificação, que haviam ficado pendentes.

Para o total cumprimento das obras, as mesmas deverão motivar o encerramento da maior sala de espectáculos do Concelho, por um período estimado de três semanas.

“Não se pode falar em encerramento da sala, mas antes na eventualidade de algumas pequenas obras pendentes, virem a condicionar o normal funcionamento da programação da sala” explicou, ao final da tarde de ontem ao nosso jornal, fonte do gabinete da presidência da Câmara Municipal de Setúbal.

A mesma fonte lembrou que, antes da reinauguração do Fórum Luísa Todi, depois de quatro anos e meio de obras, “houve ligeiras correcções” exigidas pela IGAC (Inspecção Geral das Actividades Culturais), Protecção Civil e Câmara Municipal, tendo então ficado estabelecido um prazo de realização para as mesmas.

Fonte: O Setubalense

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Comerciantes receiam não poder voltar a trabalhar “tão cedo”

foto
A visita da ASAE, quinta-feira, ao mercado da Lota resultou na decisão de encerrar aquele espaço comercial, por falta de condições higio-sanitárias. O presidente da Junta, entidade de gere o mercado, calcula o prazo de uma semana para proceder às obras de melhoramentos exigidas. Os comerciantes receiam que as obras se prolonguem no tempo, impedindo-os de trabalhar.

O presidente da Junta da Anunciada não tem grandes dúvidas: uma semana será suficiente para proceder às obras exigidas na listagem deixada pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). Quem não acredita no prazo são cinquenta e cinco comerciantes, que governam a vida no mercado da Lota.

“A gente sabe como é isto de obras; calcula-se um prazo, mas depois acaba por não se cumprir.” A opinião, um pouco generalizada aos restantes comerciantes do mercado de peixe, frutas e legumes da Lota, partiu de Rui Paulino, que, juntamente de sua mulher, possui três pedras de peixe.

Também este comerciante do mercado da Lota se admirou da “inesperada” presença da ASAE, na manhã de quinta-feira. “Passaram pelas bancas, observaram as condições de cada um e, no meu caso, que tinha os certificados da compra do peixe em dia, pegaram-me pela falta de selo da balança, que comprei há pouco tempo, e fui multado por isso,” testemunhou, acrescentando que “até o livro de reclamações me pediram. É claro que não tenho, nem ninguém aqui tem.”

Semelhante posição foi sustentada por outra colega, igualmente vendedora de peixe. O grande receio de Rosa Maria da Silva, é “não sabermos quando isto vai reabrir, com tantas exigências impostas pela ASAE.”

Esta que se assume como das mais antigas comerciantes do mercado da Lota, que começou por se realizar na parte exterior deste edifício, na via pública, assume que deve dois meses de renda à Junta de Freguesia da Anunciada. E explica porquê: “Tenho a pedra (de mármore) partida e a reparação é da responsabilidade da Junta, a quem já disse que, enquanto não ver reparada esta situação, não pago a renda (37 euros/mês).”

As bancas de comercialização de peixe ao público são as que têm a maior expressão neste mercado da freguesia da Anunciada, localizado ‘paredes-meias’ com o edifício da Docapesca. Contudo, neste mercado existem igualmente diversas bancas de produtos horto-frutícolas, pão e, até, uma pequena cafetaria.

Bruno Carmo apresentou-se a «O Setubalense» na qualidade de presidente da comissão de comerciantes local. Também ele a explorar uma pedra de peixe, é o primeiro a duvidar do prazo de encerramento, estimado de uma semana, para obras, anunciado pelo presidente da Junta aos comerciantes, na tarde de quinta-feira, logo após a visita e medidas exigidas pela ASAE.

“Ninguém de nós acredita que as obras vão levar apenas uma semana”, disse, lacónico, à nossa reportagem, receando que “aquilo que há a fazer aqui é para demorar várias semanas”, lançando uma séria questão: “E nós, que pagamos a renda a tempo e horas, o que vai ser de nós neste período de obras?”

Do lado oposto deste mesmo mercado, no sector das horto-frutícolas, a comerciante Dina é outro “espelho” da incerteza quanto ao futuro, tendo testemunhado pessoalmente ao presidente da Junta este seu profundo receio.

Fonte: O Setubalense

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Avenida Luísa Todi: Sistema de semáforos vai voltar a ser alterado

foto
Os semáforos instalados na Avenida Luísa Todi vão passar a ter uma nova forma de funcionamento, de maneira, entende a autarquia, a que haja uma melhor articulação entre o trânsito automóvel e os peões.

Os sistemas semafóricos implantados naquela via, sempre intermitentes salvo determinadas intersecções, “não foram eficazes aquando da sua entrada em funcionamento, uma vez que, mesmo em fase de teste, se verificou uma grande dificuldade de escoamento do trânsito”, justifica a deliberação camarária.

As características actuais do separador central da Avenida Luísa Todi, criadas no âmbito do projecto de requalificação urbana promovido pela Sociedade Setúbal Polis, e o aumento do fluxo de peões motivam a reformulação total do sistema semafórico para dar primazia ao peão no atravessamento da artéria e no percurso longitudinal, “não pondo em causa a circulação viária”, sublinha o documento.

A implementação desta medida é também justificada pelas dificuldades de circulação nas intersecções de confluência da avenida Luísa Todi com a Rua José Pereira Martins e a Avenida 22 de Dezembro, nas quais a “geometria actual induz erradamente no condutor a percepção de rotunda”, indica a deliberação camarária.

Assim, naqueles locais, o sistema luminoso passa a permanecer em verde para os condutores na ausência de detecções de pedidos de atravessamento da via, efectuados manualmente pelos peões através do accionamento do botão no semáforo. A activação deste ciclo motiva a passagem para amarelo fixo e posteriormente vermelho para os automobilistas.

Noutras áreas da Avenida Luísa Todi, o sistema de semáforos continua em amarelo intermitente para os condutores na ausência de peões, passando para amarelo fixo e posteriormente vermelho quando accionado o botão para atravessamento.

Fonte: O Setubalense

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Centenas de pessoas assistiram à reabertura do Fórum Municipal Luísa Todi

Após quatro anos e meio de obras e paragens, o Fórum Municipal Luísa Todi reabriu perante o olhar emocionado e curioso de centenas de convidados. Coube à cantora lírica Elisabete Matos inaugurar o palco com um recital que encantou o público. A presidente Maria das Dores lembrou as dificuldades e os entraves técnicos, financeiros e políticos que enfrentou.

A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira e o director regional da Cultura, João Soalheiro presidiram anteontem à noite à cerimónia de reabertura do Fórum Municipal Luísa Todi, precisamente no Dia da Cidade e perante o olhar atento de seis centenas de convidados.

A cerimónia foi o ponto de encontro de muita gente desejosa de ver a nova sala de espectáculos, merecendo rasgados elogios e despertando sentimentos de nostalgia levando à comparação do antes e depois das obras de requalificação.

Maria das Dores Meira, emocionada, num longo discurso, salientou que esta “complexa obra concluída” representa para si “um dever cumprido”.

A autarca agradeceu a colaboração de todos aqueles que colaboraram nas campanhas de angariação de receitas, nomeadamente à Liga dos Amigos do Fórum liderada por Helena Matos, aos artistas e mecenas. “Tivemos desde o início plena consciência das dificuldades de tão grande empreitada de requalificação” recordando que se poderia ter optado pela demolição do imóvel e a construção de um novo teatro. “Não escolhemos esse caminho porque o novo é sempre novo e nessa novidade se evaporam memórias e passados preciosos” disse a edil.

Maria das Dores Meira sublinhou que “fomos pelo caminho mais difícil” a nível técnico, financeiro e político. “Compreendemos bem as dúvidas que se instalaram em alguns setubalenses, intrigados com a complexidade que ditou a morosidade desta obras” refere a autarca frisando que “é o resultado de um trabalho colectivo que resistiu a todas as contrariedades, mesmo às que foram propositadamente lançadas para o caminho por quem não queria ver a sala reaberta apenas por motivos fúteis”.

A presidente prometeu uma “gestão artística exigente mas aberta às necessidades da comunidade local” adiantando que o fórum receberá já esta semana o Festróia e em Outubro está a ser preparado “um conjunto de iniciativas com várias associações e colectividades locais que vão abrir as portas desta sala a todos os setubalenses”. A partir de 2013 será anunciada as programações quadrimestrais.

Por sua vez, o director do fórum municipal, João Pereira Bastos afirmou que “numa terra onde o mais fácil é destruir do que construir só há uma palavra que resume tudo isto, a tenacidade desta presidente da câmara, e não foi por ela me ter convidado mas por esta ser uma situação verdadeiramente rara, num país em que se fecha tudo”. Por isso, garante que “este centro cultural será uma zona de energia para todos nós e com ou sem dinheiro, com vontade de todos ou não, não baixaremos os braços e vamos fazer com que Setúbal tenha verdadeiramente o que merece”.

SALA - Após quatro anos e meio de obras e paragens e quatro milhões de euros de investimento esta sala de espectáculos, onde sobressai a cor azul em contraste com a madeira, dispõe 634 lugares, 398 distribuídos na plateia e 236 no balcão. O palco cresceu dez metros em profundidade e, na frente, há um fosso de orquestra com capacidade para 55 músicos. Entre as principais novidades, destaque para a nova sala polivalente, no último piso do edifício, para produções mais intimistas, com lotação de 60 lugares na configuração de café-concerto e 132 em plateia.

Um novo sistema de climatização (que no sábado não funcionou muito bem), régie de som e luz, cabinas de tradução e um pequeno espaço lúdico destinado a crianças são outras características do novo Fórum Municipal Luísa Todi, cuja entrada principal se faz agora pelo alçado poente, local onde fica a bilheteira.

Fonte: O Setubalense

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Directora da Escola de Hotelaria e Turismo, Maria João Carmo: “Aulas vão começar nas instalações do Bonfim porque a futura escola não está operacional”

foto
No final do corrente mês, o ano lectivo da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal (EHTS) arrancará nas instalações do parque do Bonfim. Maria João Carmo, directora daquela escola de formação profissional, diz que as novas instalações, sitas no antigo quartel do 11, ainda não estão operacionais.

«O SET.» - Com o início do novo ano lectivo, as aulas começarão nas actuais instalações, no Bonfim, ou já nas novas, no antigo quartel do 11?

MARIA JOÃO CARMO - À semelhança de anos anteriores, o ano lectivo iniciar-se-à no dia Mundial do Turismo, a 27 de Setembro, nas actuais instalações da escola. Ainda não nos é possível avançar com a data da mudança para as novas instalações dada a complexidade da obra em curso. Trata-se de uma obra com muitas particularidades, seja pelos edifícios antigos, que se optou por serem mantidos e que carecem de restauros profundos, seja pelos aspectos relacionados com os terrenos e especificidades do local. Tudo contribui para que o planeamento seja rigoroso mas sujeito a diversos e constantes ajustes.

«O SET.» - As futuras instalações passam a ter cerca do dobro da capacidade dos alunos, certo?

M.J.C. - A capacidade da nova escola rondará os 250 alunos. Contamos iniciar este ano lectivo com cerca de 165.

«O SET.» - Como se prepara o ano lectivo, tendo em conta haver grande diferença de capacidade de resposta entre umas e outras instalações?

M.J.C. - As ofertas formativas desenvolvidas nos últimos dois anos lectivos já reflectiram o aumento gradual de alunos de maneira a minimizar, por um lado, o impacto pela transferência para uma maior estrutura e, por outro lado, a assegurar uma melhor rentabilização das estruturas. O percurso continuará a ser de crescimento gradual conjugado, obviamente, com as regras do mercado.

«O SET.» - Quais os cursos a leccionar?

M.J.C. - O ano lectivo arrancará com os seguintes cursos: Nível IV (cursos de dupla certificação): técnicas de cozinha/pastelaria - 4 turmas; técnicas de serviço de restauração e bebidas - 2 turmas;

Nível V (cursos de especialização tecnológica): gestão hoteleira na vertente de restauração e bebidas (GHRB - 1 turma); gestão e produção de cozinha (GPC - 1 turma).

Ainda este ano lectivo, iniciaremos, à partida, mais duas novas turmas de nível V, em Março de 2013 - GHRB e GPC.

Para além destas tipologias de formação daremos continuidade às formações que até aqui temos vindo a desenvolver de forma pontual. Algumas orientadas para o público profissional, a operar no sector, outras orientadas para o público indiferenciado. É de referir que esta escola procura dar resposta às muitas solicitações provenientes de parceiros, entidades e indivíduos para realização de formações específicas nas áreas da cozinha e restauração. Existe um trabalho constante de alinhamento entre a nossa oferta formativa e as necessidades do sector nas áreas em que actuamos.

«O SET.» - Como será gerida a futura escola?

M.J.C. - A escola será gerida do ponto de vista administrativo, financeiro e humano pelo Turismo de Portugal. Haverá componentes da nova escola cuja gestão será articulada com a Câmara Municipal de Setúbal.

«O SET.» - Qual a futura utilização das instalações do Bonfim?

M.J.C. - Sobre essa matéria, ainda não tenho qualquer conhecimento, sendo certo que estas instalações são camarárias.

«O SET.» - Tendo em conta o surgimento de novas unidades hoteleiras na nossa região, verifica-se um aumento na procura de jovens alunos à EHTS?

M.J.C. - Não identifico essa correlação para já, porém poderei afirmar de que o número de candidatos para a nossa escola, nos últimos 3 anos, tem crescido de forma sustentada, fruto sobretudo, a meu ver, das campanhas de marketing do Turismo de Portugal, do mediatismo que existe em torno das áreas de cozinha e do bom nome da nossa rede escolar. As escolas de hotelaria do Turismo de Portugal oferecem formação de excelência e credibilidade no ensino, pelo que as proveniências geográficas, por vezes distantes, dos nossos alunos não constituem um obstáculo para quem nos procura. A EHTS não é excepção.

«O SET.» - Na qualidade de directora da EHTS, como encara o futuro turístico da Região de Setúbal?

M.J.C. - A Região de Setúbal tem um forte potencial turístico, e portanto apresenta uma larga margem de crescimento. Parece-me que esse futuro é bastante promissor se levarmos em conta todos os aspectos turísticos que a região tem para oferecer. Desde a cultura, a gastronomia, o património, a natureza, o clima e a extensão significativa de praias, tudo isto conjugado com uma localização geográfica privilegiada e os vários investimentos que têm vindo a acontecer nesta região (consequência da consciencialização dos aspectos que já mencionei), deixa evidente o crescimento turístico esperado nos próximos anos. Um dos papéis da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal é, sem dúvida, contribuir para esse desenvolvimento sustentado da região.

Fonte: O Setubalense

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia da Árvore: Câmara inaugura Jardim das Descobertas em Vale do Cobro

 
O Dia Mundial da Árvore é hoje assinalado em Setúbal com a inauguração de um jardim, a plantação de árvores, jogos didácticos e animação musical.

A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, vai inaugurar hoje, pelas 10 horas, o Jardim das Descobertas, um novo espaço verde com mais de 6.300 metros quadrados, sito entre a avenida das Descobertas e a rua Engenheiro Ferreira Dias, em Vale do Cobro.

Esta acção está integrada nas celebrações do Dia Mundial da Árvore conta com a participação de cerca de 90 alunos do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi e da população em geral participam que plantarão alguns dos espécimes que compõem o jardim, com 68 árvores, 938 arbustos e perto de duas mil plantas ornamentais.

A criação do Jardim das Descobertas, situado junto do Bosque do Centenário, num investimento de cerca de 70 mil euros, envolveu ainda a beneficiação de espaços envolventes aos prédios, a instalação de acessos para pessoas com mobilidade reduzida e a renovação e relocalização de um parque infantil.

As comemorações do Dia Mundial da Árvore em Setúbal incluem, no mesmo local, a realização de jogos na vertente da educação ambiental e momentos de música e dança.

Fonte: O Setúbalense

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Comércio: Crise limita aberturas em 2013 a dois shoppings em Évora e Setúbal

As lojas do ‘shopping’ Colombo conseguiram resistir à queda das vendas no sector.
Há procura para o comércio de rua, em Lisboa e Porto, e armazéns no Grande Porto, diz a Cushman.

Com o regime de austeridade imposto a Portugal, prevê-se que apenas o Évora Shopping e o Fórum Setúbal consigam abrir portas em 2013. Já o comércio de rua, em Lisboa e no Porto, e a construção de armazéns, no Grande Porto, serão áreas com maior dinamismo este ano, revelou ontem a Cushman & Wakefield, na apresentação de previsões para a Primavera de 2012.

Aos 270 mil metros quadrados (m2) de novos ‘shoppings' previstos nos próximos três anos, apenas um quinto (61,5 mil m2) irão sair do papel. O Évora Shopping terá 18 mil m2 e o projecto de Setúbal prevê 43,5 mil m2, para as suas 110 lojas, e um investimento de 120 milhões de euros. "O ‘shopping' de Évora está já em construção e o de Setúbal deverá arrancar nas próximas semanas", prevê a directora de estudos e consultoria da Cushman & Wakefield, Marta Esteves Costa.

Apesar da tendência de queda das vendas nos centros comerciais localizados nas periferias das cidades, a consultora continua a defender a construção de novos projectos nas cidades secundárias, como é o caso de Évora e de Setúbal. Um segundo projecto em Setúbal, como estava previsto, é que deixou de fazer sentido. "O Alegro, em Setúbal, não deverá ter condições para arrancar", nota Marta Esteves Costa, o mesmo acontecendo aos projectos em Beja e Braga.

Fonte: Económico